CONTEÚDO

MESA DE DEBATES

Curadoria: Antonia Pellegrino

CONTEÚDO

MESA DE DEBATES

Curadoria: Antonia Pellegrino

Relatos do front: ser mulher no poder.

A experiência de quem já esteve já, e sentiu na pele os desafios da violência contra mulheres na política. Discussão sobre casos emblemáticos como eles criaram contextos para o encaminhamentos de lei de combate a este tipo de violência.

Convidada especial: Marina Silva
Mediação: Antonia Pellegrino
Participação especial por vídeo: Flávia Birolli

O sistema eleitoral que temos e as comparações internacionais.

Como o nosso sistema eleitoral funciona em relação às candidaturas de mulheres, quais as mudanças recentes e seus efeitos. Como este sistema é cúmplice da violência contra mulheres na política? Quais são os bons exemplos internacionais de países que enfrentam a questão?

Convidadas: Lígia Fabris e Teresa Sacchet
Mediação: Ana Carolina Evangelista

Historicamente como as mulheres fizeram política estando fora da política?

Os dados mais recentes anunciados pela IPU mostram que o Brasil ocupa a posição 133 no ranking Mulheres no Parlamento. Apenas 15% dos assentos da Câmara brasileira são ocupados por mulheres. No Senado, a situação é ainda mais dramática: apenas 14,8% dos assentos são ocupados por mulheres. Até regimes sexistas que violam sistematicamente direitos das mulheres têm números melhores que os nossos. Se estamos tão pouco representadas, como conquistamos os direitos que temos?

Convidadas: Jolúzia Batista e Jacqueline Pitanguy
Mediação: Flavia Annenberg

Interseccionalizando as violências na política.

Como a violência política de gênero se expressa quando a condição de mulher é atravessada por outros marcadores? Experiências interessantes e inovadoras de resistência.

Convidadas: Joenia Wapichana e Helena Vieira
Mediação: Paula Cesarino Costa

Campanha de mulher.

Quais violências políticas contra mulheres atravessam no momento da campanha? Quais os desafios comunicacionais para mulheres que queiram se lançar candidatas? Como superar estes desafios e ganhar espaço?

Convidadas: Dríade Aguiar, Maíra Saruê e Margarete Coelho
Mediação: Patrícia Campos Mello

O viés inconsciente da eleitorada.

Segundo dados da pesquisa da ONU Mulheres em 2018, 81% de brasileiras e brasileiros entendem que a presença de mulheres na política e em outros espaços de poder e decisão aprimora a política em si e os demais espaços. 70% das pessoas entrevistadas concordam que só existe democracia de fato com a presença de mulheres nos espaços de poder e decisão. Mas a realidade está longe de refletir estes dados. Como funciona o viés incosciente dxs eleitores na escolhas de voto?

Convidadas: Hildete Pereira e Débora Thomé
Mediação: Roberta Eugênio

O legado de Marielle Franco.

Marielle Franco também foi vítima de violência política contra mulheres, mas suas sementes brotaram nos espaços da política. Qual a importância do legado de Marielle para as próximas gerações?

Convidadas: Monica Benício e Éthel Oliveira
Mediação: Tainá de Paula

2020: desafios e soluções para elevar a representação de mulheres na política.

Quais as perspectivas e ações em curso para as mulheres virarem a mesa do poder em 2020?

Convidadas: Manuela D’Ávila e Roberta Eugênio
Mediação: Carol Vergolino
Partipação especial por vídeo: Juliana Restrepo Sanin

CONTEÚDO

ENCONTRO ESPECIAL

CONTEÚDO

ENCONTRO ESPECIAL

Relatos do Front: ser mulher no poder

Encontro Especial com Marina Silva com mediação de Antonia Pellegrino e participação especial em vídeo de Flavia Birolli

Em 33 anos de vida pública, Marina Silva ganhou reconhecimento nacional e internacional pela defesa da Amazônia, da ética e do desenvolvimento sustentável. Uma reputação construída na atuação em movimentos sociais e sindicais, em mandatos de vereadora, deputada estadual e senadora e no período em que esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, entre janeiro de 2003 e maio de 2008. Filha de família pobre, Marina nasceu em uma casa sobre palafitas em Seringal Bagaço, no Acre. É admirável sua conquista, de se tornar uma mulher tão importante em nossa história, e isso não se deu sem inúmeras dificuldades e violências. Inclusive, dentro do poder. Sobre elas que falaremos.

CONTEÚDO

MASTERCLASS

Com Alyssa Battistoni e mediação de Manoela Miklos

CONTEÚDO

MASTERCLASS

Com Alyssa Battistoni e mediação de Manoela Miklos

Alyssa Battistoni é teórica-política e pesquisadora ambiental da Universidade de Harvard. Trabalha em tópicos relacionados à economia política, política ambiental, feminismo e história do pensamento político. Também escreve sobre a política do feminismo, trabalho e meio ambiente para várias publicações, incluindo Nation, Dissent, n + 1 e Jacobin, onde faz parte do conselho editorial.

Sua dissertação, “Brindes: Natureza, Famílias e Política do Capitalismo”, aborda o lugar da natureza nas teorias da política e da economia no século XX e investiga as perspectivas para o século XXI.

CONTEÚDO

OCUPAÇÃO

ABRINDO O VERBO

Debates variados sobre a ocupação de espaços de poder por mulheres.
Curadoria:Aline Vieira
Co-curadoria: Eliana Sousa Silva
Assistência: Márcio Vidal

CONTEÚDO

OCUPAÇÃO

ABRINDO O VERBO

Curadoria: Aline Vieira
Co-curadoria: Eliana Sousa Silva
Assistência: Márcio Vidal

Tema: Mulher - Poder - Arte

Vozes negras nas artes: qual a condição da produção artística negra e feminina no Brasil?

Convidadas: Cris Vianna, MC Soffia e Izzy Gordon
Mediação: Stephanie Ribeiro

Tema: Mulher - Poder - Periferia

As mulheres como expressão da potência da periferia.

Convidadas: Selma Dealdina, Gilmara Cunha e Thaís Scabio
Mediação: Érica Peçanha

Tema: Gênero - Masculinidades - Homens

Homens: o papo também é com vocês – um debate sobre masculinidades

Convidados: Adriano Beiras, Caio César e Mario Cesar Lugarinho
Mediação: Pedro Figueiredo (MEMOH)

Tema: Mulher - Poder - Esporte

Atletas, mulheres: a representatividade das mulheres nos esportes

Convidadas: Daiane dos Santos, Neide Santos e Janeth Arcain
Mediação: Carol Barcellos

Tema: Mulher - Memória - Resistência

Cuidado e sobrevivência nas periferias: o que as mulheres têm a dizer?

Convidadas: Débora Silva, Ingrid Farias, Michelle Ramos
Mediação: Suzi Soares

Tema: Mulher - Poder - Ancestralidade

Ancestralidade e gênero: como esse debate fortalece a luta das mulheres?

Convidadas: Kenia Freitas, Angelica Ferrarez e Miriam Alves
Mediação: Karen Worcman

CONTEÚDO

OCUPAÇÃO

CAMINHADA DE MULHERES

Relatos que desafiam as regras pré-estabelecidas, inspiram e contribuem para a luta pela igualdade de gênero.

Curadoria: Aline Vieira
Co-curadoria: Eliana Sousa Silva
Assistência: Márcio Vidal

CONTEÚDO

OCUPAÇÃO

CAMINHADA DE MULHERES

Heloísa Buarque de Holanda

MC Carol

Rita de Cássia (Movimento Toda Poderosa Corinthiana)

Analu Tomé (Movimento Toda Poderosa Corinthiana)

Flora Cardoso Braga (Casa Flores)

Sympla Talks com Karol Conká

Simony dos Anjos

Paula Beatriz de Souza

Adriana Barbosa

Preta Rara

Eliane Dias

COCRIAÇÃO

OFICINAS E MENTORIAS

COCRIAÇÃO

OFICINAS E MENTORIAS

Mentoria Plataforma Hysteria

Para o Festival Agora, Hysteria e #AEQSE lançam edital para laboratório de projetos audiovisuais, voltado para profissionais em início de carreira! Cinco projetos receberão mentoria e um deles levará um prêmio-estímulo de R$ 2.000. Vamos selecionar 5 projetos audiovisuais inscritos antecipadamente e, no dia 21 de setembro, cada equipe dos projetos eleitos vai participar de um laboratório conduzido por experientes diretoras, roteiristas, editoras e produtoras da Hysteria. Ao final, um dos cinco projetos será escolhido para receber diretamente do Festival Agora É Que São Elas o prêmio-estímulo.

As interessadas devem se inscrever via formulário online, de 4 a 15 de Setembro. Podem participar todas que se identificam como mulheres, maiores de 18 anos, e que residam na cidade de São Paulo. A iniciativa é dirigida a jovens realizadoras, mas não há limite de idade. A ideia é atrair pessoas em início de carreira.

Mentoria Redes sociais - Formatação de Modelo de Negócio e Estratégia de Comunicação e Marketing

Monique Evelle é uma jovem ativista do movimento negro, feminista e empreendedora. Está entre as 25 mulheres negras mais influentes da internet no Brasil, pelo site Blogueiras Negras! E muito mais: saiu na lista das 30 mulheres com menos de 30 para ficar de olho em 2015, feita pela Revista Cláudia e Portal MdeMulher, da Editora Abril, ficou entre as 10 mulheres negras que fazem a diferença na Bahia, ganhou o Prêmio Laureate Brasil 2015 se tornando Fellow da YouthActionNet e está na lista das Mulheres Inspiradoras 2015, da Think Olga. É criadora da Desabafo Social, organização fundada em 2011 que utiliza a comunicação e novas tecnologias para promoção dos Direitos Humanos.

Monique estará com a gente no Festival Agora! Oferecendo uma mentoria sobre Redes sociais, Formatação de Modelo de Negócio e Estratégia de Comunicação e Marketing. Venha, aproveitar essa oportunidade com ela! #FestivalAgora

Mentoria MEMOH - Um espaço de troca entre homens

A mentoria do projeto MEMOH é para homens incomodados, que se reconhecem machistas e que querem rever suas atitudes. Já passou da hora de os homens assumirem a responsabilidade, entenderem que “problemas de gênero” são problemas deles também. Já que são protagonistas da violência de gênero – violentando mulheres, pessoas trans, minorias, outros homens e até eles próprios. A mentoria propõe uma reunião, em formato de roda de conversa, destinada aos homens para iniciar o trabalho de reflexão a partir do compartilhamento de histórias e vivências dos próprios participantes.

Oficina de turbante

Uma oficina de turbante com a Preta Rara, que é rapper, turbanista, militante feminista e do movimento negro, professora de história, modelo Plus Size, poetisa, idealizadora da página Eu Empregada Doméstica e proprietária da marca “Audácia Afro Moda”. Na websérie “Nossa Voz Ecoa”, Preta reafirma suas origens periféricas, sua ancestralidade e seu corpo.

Nesta oficina, com referência aos estilos africanos, a turbanista ensina técnicas de amarração durante a aula. Uma conversa sobre estética preta no Brasil. A diversidade de texturas e cores, amarrações tradicionais e seus significados.

Oficina de Krav Magá

No Festival Agora, a Google Brasil vai oferecer uma oficina de Krav Magá para mulheres. Com a ginecologista e obstetra Renata Alexandra. Renata tem 47 anos, é moradora de Natal (RN). Aos 40 anos, estava separada, depois de passar por dois casamentos em que sofreu abusos físicos e emocionais, e descobriu que existia uma arte marcial voltada especificamente para a defesa pessoal — o Krav Magá, arte marcial israelense. Passou a praticar e se dedicar tanto que acabou se tornando a primeira mulher instrutora de Krav Magá das regiões Norte e Nordeste! Com isso, quer levar a capacidade principalmente emocional de se defender. Vê como uma ferramenta para que as mulheres se fortaleçam emocionalmente na vida.

Querendo impactar a vida de outras mulheres, buscou conhecimento de marketing digital no treinamento Womenwill, do Cresça com o Google. Aprendeu ferramentas digitais e gratuitas para tornar sua mensagem mais conhecida. Hoje usa o Google Meu Negócio para ganhar alcance e divulgar sua escola, e o Google Primer, para aprofundar seus conhecimentos em negócios e marketing digital.

Assim, estará com a gente, ensinando autonomia e proteção aos corpos que, por serem lidos como femininos, vivem em risco nesse país.

Oficina Eu Sou Incrível

Outra oficina do Google no Festival, é o workshop #EuSouIncrível tem como objetivo melhorar as habilidades motivacionais e de auto-promoção de mulheres e grupos minorizados, além de mudar a percepção social sobre auto-promoção, quebrando as normas de modéstia e os glass ceilings. Quebrando o tabu da Autopromoção, teremos Isabela Crepaldi, que atua há 10 anos no mercado de comunicação em emissoras de televisão no interior do estado de SP. Atualmente gerencia a área comercial da EP (Empresas Pioneiras) Central, que contempla os veículos: EPTV Central, CBN Araraquara, A Cidade On Araraquara, A Cidade On São Carlos e G1 São Carlos/Araraquara.

Oficina Marketing Digital

Oficina, do Google, sobre Marketing Digital, em parceria com o Ela Pode. O Programa Ela Pode é uma iniciativa do Instituto Rede Mulher Empreendedora com o apoio do Google, cujo objetivo é capacitar 135 mil mulheres brasileiras, garantindo independência financeira e poder de decisão sobre seus negócios e vidas.

A oficina será comandada por Tatiana Gonçalves. Abordará temas importantes para os desafios mais comuns na área do empreendedorismo e empregabilidade, como: comunicação, liderança, negociação, marca pessoal e ferramentas digitais.

Acesse: Ela Pode

CULTURA

ARTES VISUAIS

CULTURA

ARTES VISUAIS

Exposição: "Mulheres na arte brasileira - entre dois vértices"

Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição “Mulheres na arte brasileira – entre dois vértices” trará artistas contemporâneas, que vêm questionando os cânones e privilégios históricos,como o heterocentrismo, a lesbo-homofobia e o masculinismo sexista. O público poderá ver trabalhos, sobretudo em vídeo, fotografia e performance que discutem o corpo da mulher como signo cultural, o autorretrato e a produção de identidade como ferramentas de emancipação, fazendo crer que o pessoal é político.

Artistas convidadas: Pri Fizsmann, Lyz Parayzo, Elle de Bernadini, Dóra Smek, Renata Felinto, Micaela Cyrino, Millena Lízia e Priscila Rezende.

CULTURA

CULTURA E CINEMA

CULTURA

CULTURA E CINEMA

Mostra de Cinema: "Rita Moreira"

Militância underground: mostra dos vídeos de Rita Moreira, cineasta conhecida por seu ativismo nas causas políticas e sociais principalmente ligadas ao feminismo e lesbianismo. Dentre os filmes exibidos, estão Lesbian Mothers (1972), Lesbianism Feminism (1974), até os mais atuais: Caminhada Lésbica por MARIELLE (2018) e TI-GRACE ATKINSON – uma biografia de ideias (2019).

Rita Moreira

Caminhada Lésbica por Marielle (2018)

Lesbian Mothers (1972)

Mostra de Cinema: " O Corpo Não É Metáfora"

Primeira mostra dedicada à cineasta Barbara Hammer em São Paulo, a mostra O Corpo Não É Metáfora, dedicada a Hammer, começará dois dias antes. Serão 15 filmes da pioneira no cinema documental lésbico, morta em março de 2019, aos 79 anos, em decorrência de um câncer. Na programação, o clássico Nitrate Kisses (1992), que aborda romances LGBT’s reprimidos desde a Primeira Guerra Mundial, Dyketatics (1973), Multiple Orgasm (1976) e Sisters (1973).

Barbara Hammer

Barbara Hammer

Nitrate Kisses (1992)

Dyketatics (1973)

CULTURA

MÚSICA

Preta Rara

Preta Rara convida: DJ Kmina, Rap Plus Size e Maboo

Com a proposta de unir os elos da corrente forte do hip hip das mulheres é que Preta Rara juntou um bonde Pesadona, como ela gosta de chamar, para promover um potente diálogo rimado afim de desconstruir padrões e fortalecer a presença feminista no Rap. Juntando nomes importantes no Rap paulistano, como Rap Plus Size, Maboo e DJ Kmina.

DJ KMINA

DJ KMINA

Dj K-Mina atua há 3 anos na cena Black Music Br. Dividiu os toca discos com diversos djs de nome, tais como Kl Jay, Erick Jay, Dj Marco, Dj Will, Dj Nyack entre outros. Atualmente faz alguns trabalhos com o Grupo Gurias, teve participação no novo clipe “Meu Talismã” da IZA, tocou na abertura dos 2 shows do DJONGA no Rio de Janeiro e no primeiro show da turnê VIVOS do 509-E.

Rap Plus Size

RAP PLUS SIZE

Rap Plus Size, formado por Sara Donato e JUPI77ER, é um duo de Rap, Hip Hop e Funk, que desde 2016 se juntaram na música como forma de expressão para combater a gordofobia, o machismo, o racismo, a LGBTfobia e todo tipo de opressão. Sara Donato lançou em 2014 seu primeiro álbum, de nome MADE IN ROÇA, denunciando também a xenofobia da capital paulista com as pessoas do movimento no interior do Estado. JUPI77ER lançou o primeiro álbum em 2015, chamado A ARTE DA REFUTAÇÃO. Em 2019 se assumiu trans não-binário e a partir de então realizou a troca de seu nome artístico e social trazendo visibilidade para a causa trans e acolhendo essa pauta nos trabalhos do Rap PlusSize. Em 2018 firmaram parceria com a festa Toda Grandona, uma festa para empoderamento gordo com foco no body positive, e criaram a música de mesmo nome da festa. Em 2019 Rap Plus Size trabalha no novo CD: A GRANDIOSA IMERSÃO EM BUSCA DO NOVO MUNDO.

Ma Boo

Ma Boo

Ma Boo é cantora, compositora e rapper. Proprietária do selo audiovisual Afrofuturo Produções. Em seus shows inusitados, é nítido suas influências musicais brasileiras, nordestinas, africanas e sul americanas, em ritmos eletrizantes, transbordando cultura negra, de baladas românticas ao pop, do samba reggae ao trap, e do rap ao arrocha. A artista vem nos revelando seu “Ma Boomerangue”, enviando sua mensagem para o mundo, com albúm previsto para um Afrofuturo bem próximo.

Feminine Hi-Fi

Feminine Hi-Fi

Feminine Hi-Fi, projeto fundado em 2016, foca na valorização da mulher no contexto dos sistemas de som característicos da cultura jamaicana e na promoção da linguagem do reggae como expressão contra a opressão vinda das questões de gênero. As apresentações tem o formato de discotecagens com intervenções de cantoras, singjays e MCs no microfone.

Além das atividades de discotecagem, propõe e realiza bate-papos, workshops, exibição de documentários e oficinas como o Feminine Hi-Fi Lab, e conta também com o selo Feminine Hi-Fi Tunes, o primeiro do país dedicado à gravação, promoção e distribuição musical com foco nas vozes femininas do reggae.

O projeto já reuniu mais de 100 mulheres em seus line-ups, em palcos importantes da cena cultural nacional e internacional.

Ruído Rosa

Ruído Rosa

Ruído Rosa Aparelhagem nasceu no fim de 2017, partindo dos bailes de reggae, da estética sonora e visual dos sistemas de som jamaicanos, e da mistura de estilos das aparelhagens brasileiras. Construído e operado por mulheres, tem como objetivo levar a música e a cultura do grave ao público, através do sistema de som e dos discos de vinil — equipamentos de amplificação sonora para festas, bailes, festivais, rodas de conversas e qualquer outra forma de expressão sonora. Ruído Rosa amplifica a participação feminina dentro dos eventos, propondo que protagonizem não somente as discotecagens/seleções mas também a amplificação.

CULTURA

POESIA

CULTURA

POESIA

“Leitura ininterrupta, exaustiva, paciente” é uma ação de Maria Isabel Iorio — proposta para conhecer junto, lendo em voz alta, um livro até o final. No Festival Agora, a poeta propõe leitura de “Uma paciência selvagem”, de Adrienne Rich (Livros Cotovia), no dia 21; e leitura de “Reino dos bichos e dos animais é o meu nome”, de Stela do Patrocínio (Azougue Editorial), no dia 22.

As poetas convidadas para a tarefa são Ana Beatriz Domingues, Cecília Floresta, Helena Zelic, Joana Côrtes, Natasha Felix e Priscilla Campos. Estarão sentadas em roda, em cadeiras de praia, revezando o microfone poema a poema, para dar conta do livro inteiro. Deixando as palavras serem divididas, passarem de boca em boca, sem formalidades. Nos dois dias, às 16h.

CULTURA

OUTRAS ATIVIDADES

CULTURA

OUTRAS ATIVIDADES

Intervenção Artística - Mariana Ximenes

No Festival Agora teremos “Profissões para Mulheres”, uma intervenção Artística que tem como ponto de partida os artigos e ensaios feministas escritos pela britânica Virginia Woolf (1882-1941) no começo do século XX. Wolf é uma das romancistas mais inovadoras da literatura inglesa, e também se notabilizou como uma das precursoras do feminismo contemporâneo, muito antes de o movimento se consolidar em escala global nos anos 60. Questionava sobre o papel e o potencial da mulher em uma sociedade dominada por homens.
Fragmentos de seus textos serão transpostos para o palco na cena interpretada pela atriz Mariana Ximenes, em diálogo com a música e com as projeções do Coletivo Feminino LOBA.

Feira Preta

O evento que nasceu em 2002 como uma feira de produtos de empreendedores negros, hoje é um festival que apresenta conteúdos, produtos e serviços que representam o que há de mais inventivo e inovador na criatividade preta em diferentes segmentos. Do empreendedorismo, da tecnologia à literatura, da musica às artes digitais, passando também pelos painéis com o que há de mais urgente e futurista nas reflexões da existência preta. Tradicionalmente em novembro, em celebração ao Dia da Consciência Negra, a Feira Preta estará conosco em versão reduzida nos dias 21 e 22 de setembro, já mostrando um pouco do que estará por vir no final do ano. Em 2018, foram mais de 40 atrações nacionais e internacionais ao longo de 10 dias, 120 expositores, atividades distribuídas 10 territórios culturais diferentes e circulação monetária superior a R$ 700 mil reais durante o evento.